"Como ser feliz?"
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Muitos cérebros de evangélicos em tamanho aumentado. |
Qual a hora certa de sair do armário?
Há umas poucas semanas vi uma página no Tumblr de uma mãe orgulhosa de seu filho de 12 anos de idade que resolvera sair do armário. Segundo o relato em vídeo foi iniciativa do moleque ter uma conversa sobre o assunto, mais para esclarecer a mãe do que qualquer outra coisa.
Da mesma forma, li recentemente que há fortes rumores de que o Rodrigão, o "galã" do BBB11, cobiçado por mulheres e bibas, seja gay. Parece que ele até andou falando pro feioso Maurício algo como "sonhei que você estava me comendo", embora as tentativas de parecer heterossexual, o que enfim teria despertado a ira da bicha feia Daniel.
Não seja demasiado gay
O título do presente texto até pode, de certa forma, chocar. Mas eu explico a metáfora (já que ou você é gay ou não é, não existe isso de variação de intensidade de homossexualidade).
Nessa minha puta vida acabei conhecendo gente de todos os tipos, estilos, e caráteres. Muita gente homossexual, bissexual e — por mais incrível que possa parecer — até heterossexual. Acabei fazendo uma constatação que os ativistas gays de maneira geral costumam odiar quando alguém comenta, mas não sou de tapar o sol com a peneira: os homossexuais geralmente são muito mais "perdidos" na vida do que os héteros.
Viciado em sauna gay
Caro Urso de Verdade.
Estou escrevendo porque tenho um problema que me parece muito sério: sou viciado em saunas gays e "cinemões". Gasto todo meu dinheiro na sauna, vou todo santo dia, só consigo pensar nisso. Me ajuda, por favor!
Viciado
Caro Viciado.
Sua mensagem foi muito resumida, e por isso responderei baseado apenas na minha primeira impressão, o que pode vir a ser pouco; embora digam que a primeira impressão é a que fica, isso pode ser bastante leviano, haja vista a quantidade imensa de casos de pessoas que mudam de opinião, diariamente, a ponto de constatarem que sua primeira impressão estava totalmente equivocada.
Quem precisa de clubes de ursos?
O artigo de hoje não é baseado na pergunta de ninguém, mas sim em minhas observações particulares a respeito da vida, do universo e tudo o mais...
Há uns dez, quinze anos atrás, começou a ficar popular no Brasil o conceito de "urso", que eu acho que não preciso relembrar aqui. No resto do mundo já havia outros rótulos, desde os radicais Girth & MIrth até os pseudoliberais ursos, lontras, caçadores e sei lá o que mais.
Logo se popularizaram aqui também os "bearcontros", ou encontros de ursos, quase sempre regados a música alta e bebida alcoólica, ou mesmo drogas, e quase sempre sexo.
Daí a criarem-se "clubes" e "clubinhos" (explícita ou tacitamente falando) foi um tapa, e hoje há uma vasta oferta de "atividades ursinas" nas principais cidades do mundo.
Mas a pergunta que não quer calar é: uma pessoa precisa conviver com essa parcela da sociedade para ser feliz?